Olá. As duas postagens da semana hoje.
Pedi para duas amigas às 3 horas da manha me falarem um tema e se escreveria em forma de texto, crônica ou poesia.
E surgiu isso:
TV, texto
Nada, texto
Televisor
Escrever sobre a televisão é algo realmente fantástico. Desde a invenção do aparelho em si, como também de tudo que ele proporciona. Poder brincar de ser deus e ver com outros olhos apenas olhando para frente ou escolhendo outro (mortal) canal. Em uma tela que é capaz de transmutar tudo, até pirita em ouro. E a televisão é ilusão. O movimento não é movimento são seqüências rápidas de fotos que simplesmente enganam nossa percepção...
Quem nunca viajou sem sair do sofá? Ficou olhando aquela paisagem maravilhosa e imagino-se naquele lugar. Viu o interprete principal e desejou estar na cena sendo também um personagem, ou querendo não passar nunca por aquela situação. E quando se faz ARTE e pode ver sendo tomado não apenas pelas visões e sim também pelos sons em uma junção arrebatadora. ...
Mas nada sempre é tão belo que não possa murchar. Pois quando se coloca pensamento critico, quase analítico, consegue-se ver toda essa falsa e generosa ilusão. Somos levados pelo leviatã até sua casa. Usando do poder hipnótico de mostrar os nossos desejos internos em rápida repetição. E quem navegava agora mergulha...
Reticências em todos os parágrafos por que todos aqueles programas ainda estão no ar.